E-lixo (RSU de origem eletrônica)

A RECICLI, com tecnologia própria exclusiva, sabe como solucionar esse problema.

Computadores, pilhas e baterias em desuso são hoje descartados sem critério. Neles substâncias tóxicas trazem riscos à saúde e ao meio ambiente; sua destinação correta é prevista na lei 13.576/09, que responsabiliza os fabricantes pelo descarte do lixo eletrônico (e-lixo).

Porém os fabricantes não têm ainda solução para isso.

 

 

 

 

 

 

 

O processo RECICLI de reciclagem de e-lixo recupera esses metais, prolonga a vida útil das jazidas minerais, as deixa como reservas estratégicas.

Documentos da ONU (Gestão Sustentável de Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrônicos na América Latina), e da ABRELPE (Panorama dos Resíduos Sólidos no Brasil), em 2014 o Brasil produziu 1,4 milhão de toneladas de e-lixo. Esse lixo contém 18 % de metais nobres. A RECICLI tem tecnologia para recuperar estes metais a partir do e-lixo.

 

 

Isso chama-se mineração urbana. São metais cujas jazidas conhecidas e economicamente viáveis irão se extinguir em poucas décadas, a saber: alumínio (80 anos), prata (15 anos), níquel (30 anos), cobre (22 anos), zinco (20 anos), ferro (62 anos), chumbo (92 anos), lítio (100 anos). Nossas instalações iniciam processando 700 ton/ano de e-lixo. Hoje no Brasil somente 13 % do e-lixo tem algum tratamento e estima-se 500 milhões de equipamentos parados, inúteis, nas residências.