Para a RECICLI os plásticos são 100 % recicláveis.

A eficiência da reciclagem dos plásticos começa com sua separação por tipos de plásticos: termoplásticos (80 % do total de plásticos) e termofixos (20 % deles). Termofixos como poliuretanos (PU) e poliacetato de etileno vinil (EVA), são reciclados para outras destinações que não a refabricação de plásticos.

No Brasil 21,7 % dos plásticos foram reciclados (2011), cerca de 953 mil toneladas/ano. A RECICLI se incorpora a este esforço de reciclagem, capacitada a processar 21.000 ton/ano, inicialmente. Ajudamos a preservar as jazidas conhecidas de petróleo, reduzindo a demanda por esse produto na fabricação de plásticos, poupando também energia. A reciclagem do plástico exige 50 % da energia utilizada no processo primário.

 

 

 

 

Para a RECICLI os plásticos são 100 % recicláveis. Nós empregamos tecnologias de recuperação e reprocessamento de plásticos e peças derivadas de petróleo.

Os termoplásticos, como polietileno de baixa densídade (PEBD); polietileno de alta densidade (PEAD); policloreto de vinila (PVC); poliestereno (PS); polipropileno (PP); polietilenotereftalato (PET); poliamidas (PA).

Termoplásticos podem ser reprocessados várias vezes pelo mesmo ou por outro processo de transformação. Aquecidos eles podem ser remoldados em novas peças plásticas.

O plástico, ao chegar ao oceano, passar por um processo em que pequenos pedaços, conhecidos como microplásticos, se desprendem e são engolidos por pequenos seres marinhos, que acabam morrendo. O microplástico também tem a capacidade de absorver compostos químicos tóxicos.

A RECICLI, além de reciclar estes copinhos e sacolas plásticas, irá fabricá-los de plástico biodegradável, evitando danos À flora e fauna terrestres e à vida marinha.

 

 

Além da reciclagem de plásticos derivados de petróleo, a RECICLI irá fabricar plásticos biodegradáveis, obtidos a partir do soro de leite resultante (como resíduo), descartado atualmente in natura em riachos, depois da produção de queijos.
Essa iniciativa poupa as reservas de petróleo na obtenção de plásticos, poupa o meio ambiente, e também energia.

Atualmente os copos plásticos descartáveis não encontram comprador. Lançados na natureza levam de 150 a 200 anos para se decomporem. São necessários 500 copos destes para obter 1 kg de plástico, que quando encontra comprador não excede R$ 0,20 / kg. A RECICLI valoriza este material como insumo para fabricar novos produtos.

Sacolas plásticas, derivadas de petróleo, levam cerca de 500 anos para se decomporem no meio ambiente. Anualmente, no Brasil, mais de 15 bilhões de sacolas são usadas em mercados e no comercio. São de 100 a 200 unidades de sacolas por 1 kg de plástico. Não há compradores para esse produto reciclado. A RECICLI incorpora os retalhos desse material em novos produtos eliminando-o do meio ambiente.

A RECICLI processa plásticos para evitar danos ao meio ambiente e aos animais marinhos e terrestres. A reciclagem de plásticos evita que estes cheguem, após serem descartados, aos lixões e aterros controlados / sanitários, onde as chuvas e os movimentos de terra permitem que cheguem a córregos, rios e canais, onde acabam sendo levados para o mar, oferecendo riscos à fauna marinha, à flora, e à navegação, além de prejudicarem a pesca.

 

 

Aplicações dos tipos de plásticos:

Tereftalato de polietileno (PET; em garrafas e embalagens de alimentos), isopores ou poliestireno expandido (EPS; em móveis, gabinetes, monitores de computador eTVs, copos e utensílios, e placas de emprego diverso), cloreto de polivinila (PVC; com emprego principalmente em tubulações e encanamentos), politetrafluoroetileno (Teflon; envolvendo utilização em vedação de encanamento, utensílios para a cozinha, canos, revestimentos à prova d’água, filmes e mancais), o polietileno (LDPE; cujo principal utilização é em isolamento de fios elétricos, filmes, embalagens, garrafas, luvas descartáveis e sacos de lixo), e o polipropileno (PP; cujo uso se concentra em acabamentos de carros, embalagens de bateria, garrafas, tubos, filamentos e sacolas).

 

A reciclagem de plásticos e peças derivadas de petróleo permite dar destinação sustentável : (1) aos termofixos, em novas aplicações na fabricação de peças e produtos diversos, como agregados a seus materiais, e, (2) aos termoplásticos, remanufaturando-os e obtendo novas peças e produtos plásticos, como matéria-prima de peças, embalagens e utilidades de plástico.

A reciclagem de plásticos tem encontrado diversas aplicações comerciais, de custo competitivo e como substitutivo de matéria prima de origem natural, como madeiras, ou minerais e rochas, como os agregados de concreto para a construção civil. Além destas utilidades a reciclagem de plásticos encontra aplicações á confecção de utilidades e bens de consumo, como capacetes para ciclistas ou militares, substituto em algumas aplicações de aços (veículos automotores, monociclos e motocicletas, carcaças e invólucros, embalagens e blindagens leves, vedações e coberturas em edificações).

 

O emprego de plásticos triturados ou transformados em fibras encontra tem no concreto armado uma de suas principais aplicações, como substitutivo do agregado miúdo ou como elemento de reforço estrutural, substituindo parcialmente o aço estrutural. Pietrobelli (2010) e Canellas (2005) investigaram a substituição de agregado miúdo, areia natural, por plásticos triturados, testando traços de concreto com adição de percentuais de plásticos LDPE e PET, apresentando resultados bem sucedidos quanto à economia e eficiência no sentido da resistência estrutural do concreto assim obtido.